HORÁRIO DE ATENDIMENTO DA EQUIPE GESTORA:


MANHÃ: 07:30 ÀS 08:30


NOITE: 19:00 ÀS 22:30


DE SEGUNDA À SEXTA FEIRA




NOSSA MISSÃO:
DESENVOLVER AS HABILIDADES E AS COMPETÊNCIAS INDISPENSÁVEIS PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS SOCIAIS, CULTURAIS, AMBIENTAIS E PROFISSIONAIS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O que da vida não se descreve...
Eu me recordo daquele dia. O professor de redação me desafiou a descrever o sabor da laranja. Era dia de prova e o desafio valeria como avaliação final. Eu fiquei paralisado por um bom tempo, sem que nada fosse registrado no papel. Tudo o que eu sabia sobre o gosto da laranja não podia ser traduzido para o universo das palavras. Era um sabor sem saber, como se o aprimorado do gosto não pertencesse ao tortuoso discurso da epistemologia e suas definições tão exatas. Diante da página em branco eu visitava minhas lembranças felizes, quando na mais tenra infância eu via meu pai chegar em sua bicicleta Monark, trazendo na garupa um imenso saco de laranjas. A cena era tão concreta dentro de mim, que eu podia sentir a felicidade em seu odor cítrico e nuanças alaranjadas. A vida feliz, parte miúda de um tempo imenso; alegrias alojadas em gomos caudalosos, abraçados como se fossem grandes amigos, filhos gerados em movimento único de nascer. Tudo era meu; tudo já era sabido, porque já sentido. Mas como transpor esta distância entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Como falar do sabor da laranja, mas sem com ele ser injusto, tornando-o menor, esmagando-o, reduzindo-o ao bagaço de minha parca literatura?
Não hesitei. Na imensa folha em branco registrei uma única frase. "Sobre o sabor eu não sei dizer. Eu só sei sentir!"

Eu nunca mais pude esquecer aquele dia. A experiência foi reveladora. Eu gosto de laranja, mas até hoje ainda me sinto inapto para descrever o seu gosto. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis. Metafísica dos sabores? Pode ser...

O interessante é que a laranja se desdobra em inúmeras realidades. Vez em quando, eu me pego diante da vida sofrendo a mesma angústia daquele dia. O que posso falar sobre o que sinto? Qual é a palavra que pode alcançar, de maneira eficaz, a natureza metafísica dos meus afetos? O que posso responder ao terapeuta, no momento em que me pede para descrever o que estou sentindo? Há palavras que possam alcançar as raízes de nossas angústias?

Não sei. Prefiro permanecer no silêncio da contemplação. É sacral o que sinto, assim como também está revestido de sacralidade o sabor que experimento. Sabores e saberes são rimas preciosas, mas não são realidades que sobrevivem à superfície.

Querer a profundidade das coisas é um jeito sábio de resolver os conflitos. Muitos sofrimentos nascem e são alimentados a partir de perguntas idiotas.

Quero aprender a perguntar menos. Eu espero ansioso por este dia. Quero descobrir a graça de sorrir diante de tudo o que ainda não sei. Quero que a matriz de minhas alegrias seja o que da vida não se descreve...



 Verdades da Profissão de Professor
"Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda."
 Compare os dois textos o que há de comum entre eles? ATPC de 08/10/13 a 21/10/13

segunda-feira, 23 de setembro de 2013


Vitória é igual a ética, vocação e competência somadas – ATPC de 26/9/13 a 2/10/13
 Roberto Shinyashiki
Não venda a alma ao diabo. Na literatura universal há diversas obras que contam essa história. Em seu livro Fausto, o escritor alemão Goethe mostra um homem que, desiludido da vida, resolve vender a alma ao demônio em troca da juventude eterna. Thomas Mann, no romance Dr. Faustus, mostra um músico que também vende a alma ao demônio, para fazer a mais bela melodia do mundo. O resultado é sempre o mesmo: as pessoas sacrificam o essencial pensando que vão conseguir o que querem. E no final da história percebem que, apesar das conquistas materiais, perderam a essência da vida. Ninguém consegue servir a dois senhores ao mesmo tempo. Quem vive como escravo do dinheiro acaba sendo vítima do demônio. É um desperdício fatal, pois nossa alma não tem preço!
Quando as pessoas começam a ver o desemprego aumentar e tantas empresas quebrar, é natural que se sintam inseguras. Esse panorama exerce grande pressão psicológica e faz muita gente, temendo o fracasso, pensar em abrir mão de seus princípios na luta pela sobrevivência. Bobagem pura.
"Vencer é ótimo, mas o mais importante é ter a consciência tranqüila, saber que tudo foi feito com ética"
Quanto maior a velocidade das mudanças, mais inabaláveis devem ser os valores de uma pessoa. Seus princípios devem alimentar cada decisão de sua vida. Claro que dá mais trabalho vencer sendo honesto consigo mesmo, mas você vai sentir muito mais orgulho de si próprio. Os maiores aplausos têm de vir da sua consciência.
Vitória sem escrúpulos não vale a pena. Nossa consciência cobra um preço muito alto quando a contrariamos, e esse preço vem em forma de insônia, mau humor, tristeza...
A vitória é deliciosa, mas só tem sentido quando conquistada dentro das regras do jogo.
Em meu trabalho com atletas de alta performance, deparei com profissionais cujo passe estava avaliado em milhões de dólares, profissionais com contratos milionários. E, em toda a minha orientação para ajudá-los a conquistar títulos e medalhas, sempre insisti na questão ética. Devemos lutar para vencer sempre, mas nunca de qualquer jeito. Quando um atleta ganha uma prova utilizando anabolizantes, quem vence a prova não é ele, mas o anabolizante. Esse atleta não cresce com a conquista, pois sabe que a vitória não foi sua. É uma vitória que destrói a auto-estima.
A mesma coisa acontece com o aluno que cola para passar de ano. Ele vence uma prova, entretanto perde o respeito por si mesmo. É um preço alto.
Vencer é ótimo, mas o mais importante é ter a consciência tranqüila, saber que tudo foi feito com ética. As melhores vitórias são as conquistadas com muito treinamento, estratégia e dedicação. Respeite a si próprio e mantenha a dignidade. Talvez a curto prazo isso possa representar uma derrota, porém a certeza de poder contar consigo próprio criará os fundamentos da conquista de muitas vitórias lá na frente. E, como você bem sabe, chegar ao pódio é difícil, porém muito mais complicado é permanecer nele.
Talvez você esteja pensando: “Mas, Roberto, eu amo o que faço, sou um profissional honesto, só que as coisas não dão certo para mim”.
Bem, é importante ter valores fundamentais, respeitar nossa vocação, mas é essencial também desenvolver competências que transformem essa vocação em resultados. A felicidade profissional ocorre quando nossa vocação se soma à nossa competência.
 A ética, um dos princípios básicos para o sucesso de qualquer profissional. Mas será que realmente sabemos o momento de sermos éticos na nossa vida profissional ? Vamos trazer a ética para o ambiente escolar onde não tratamos de salários milionários, contratos de exclusividade,fama etc. Mas com prazos, resultados, compromissos, conquistas, estratégias ,avaliação, vitórias, normas, prazos e enfim dedicação! Argumente o “SER ÉTICO”

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Autoestima – segredo do sucesso – Charlote Fermum Lessa -  ATPC 12/9 a 19/9/13

(Imagem: Maridav/Fotolia )
Como anda sua autoestima, professor(a)? Já parou para pensar nisso?

O que significa autoestima?
Autoestima é a maneira como você se sente acerca de você mesmo(a). Ela é construída a partir da infância, com base nos comentários e apelidos que a criança ouve e recebe. Para ela o adulto é alguém que sabe das coisas, e que, se ele está falando, certamente aquilo é verdade.
Além dos pais, o(a) professor(a) exerce forte influência na construção da autoestima do aluno. Por isso, elogiar sinceramente quando ele faz alguma coisa louvável é muito importante. No entanto, para enxergar coisas louváveis e positivas mesmo numa criança “arteira” e “mal-educada”, é imprescindível que o(a) professor(a) consiga enxergar coisas louváveis e positivas em si mesmo(a). “É admirável estímulo e satisfação alguém saber que é estimado. A simpatia e o respeito animam na luta em busca da perfeição, e o próprio amor cresce à medida que estimula a propósitos mais nobres”. A Ciência do Bom Viver, pág. 361. 

Autoconhecimento – uma dor necessária
Tire um tempinho agora para olhar para dentro de você, professor(a). “Conhecer a nós mesmos é grande ciência”; “É difícil compreender-nos a nós mesmos, ter um correto conhecimento de nosso próprio caráter”. “Os jovens têm muitas lições a aprender, e a mais importante é aprenderem a conhecer-se a si mesmos”. – Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, págs. 4, 273, 299. Como seria possível perceber os sentimentos e compreender as entrelinhas do discurso de uma criança, se você não consegue perceber seus próprios sentimentos e não consegue ouvir a si mesmo(a)? Mas, conhecer a si mesmo(a) não é assim tão simples. Geralmente dói.
Num sábado pela manhã, pregando numa de nossas igrejas sobre o tema “A grande ciência do autoconhecimento”, pedi que um diácono passasse um espelho de mão em mão para que as pessoas pudessem olhar para si mesmas por alguns segundos, a fim de que buscassem algo de que gostassem em seu rosto. Algumas riam, outras ficavam sérias, mas todas, com exceção de uma senhora de certa idade, aceitaram o desafio de se encarar. Aquela senhora abaixou a cabeça e disse muito sem jeito:
– Não gosto de me olhar no espelho! – E passou o espelho adiante. Pensei, com pesar no coração: “O que fizeram com esta mulher para ela se achar tão pouco atraente?”
Percebendo o nível de sua autoestima
O autoconhecimento, como já foi dito, envolve a necessidade de um diálogo consigo mesmo(a). Faça algumas perguntas (que podem ser perturbadoras) a si mesmo(a), e tente respondê-las de forma transparente, sem dó nem piedade. Ei-las:
·         Sinto insegurança frequentemente quando me deparo com a necessidade de cumprir alguma responsabilidade?
·         Fico arrasado(a) quando cometo erros?
·         Estou frequentemente tentando agradar alguém?
·         Quando faço alguma coisa, costumo ir à busca de aprovação?
·         Fico muito frustrado(a) quando não reconhecem meu esforço, ou meu trabalho? Costumo me sentir inadequado quando estou num grupo de pessoas?
·         Fico satisfeito(a) com meu desempenho só quando o considero perfeito?
·         Sinto com frequência que eu nem mesmo sei o que sou?
·         Estou constantemente duvidando de tudo e de todos?
·         Sinto-me constantemente um(a) incapaz?
·         A vida parece sem sentido e sombria?
Vez por outra todos(as) nos sentimos um tanto “pra baixo”, mas habitar nesse nível sem coragem para reagir, é sinal de que chegou o tempo de buscar ajuda. Em Deus e em um profissional abalizado. Com todos esses sentimentos negativos, como você vai querer motivar seu (sua) aluno (a) e promover nele o crescimento de sua autoestima?
Exercícios para melhorar a autoestima
Agora que você já fez uma introspecção e percebeu os resultados, note o que você pode fazer para aumentar sua autoestima e mantê-la elevada:
·         Fazer algum tipo de exercício físico prazeroso para melhorar a figura e a saúde;
·         Aprender a enxergar suas qualidades, além dos defeitos;
·         Manter o hábito de introspecção e autoanálise;
·         Olhar para o passado como situações educativas;
·         Acreditar em sua própria intuição;
·         Assumir o fato de que você merece ser amado (a) como é;
·         Promover atividades prazerosas, como passear, ouvir boa música, ler bons livros, assistir a bons programas de TV, visitar amigos, etc.;
·         Tirar tempo, diariamente, para conversar com Deus e ouvir Sua voz, através de Sua Palavra.

Com a autoestima em nível adequado você...
·         Sentirá mais segurança para enfrentar as responsabilidades;
·         Reconhecerá o fato de que é humano e que, como tal, comete erros, sem que isso o(a) faça sofrer;
·         Sentirá menos necessidade de ficar tentando agradar as pessoas, para ser bem quisto(a);
·         Fará as coisas simplesmente porque precisam ser feitas, e não para buscar aprovação;
·         Se sentirá à vontade entre as pessoas;
·         Aprenderá a encontrar sua própria identidade;
·         Desenvolverá mais confiança nas pessoas;
·         Perceberá que tem diferentes capacidades, e o fato de não saber fazer de tudo, será aceito com mais naturalidade;
·         A vida lhe parecerá mais atrativa e alegre;
·         Aprenderá a se amar mais;
·         Mesmo em meio aos problemas sentirá mais paz no coração, porque Jesus é seu Amigo.

Um(a) professor(a) assim fará qualquer criança feliz! Você pode ser este(a) professor(a). A auto estima faz bem a todo ser humano, certamente quando ajudamos alguém a explorar esse sentimento é muito gratificante.Como você pode fazer esse trabalho na sua sala de aula ?
Invista em você ou em alguém que possa ser ajudado e seja feliz!
Colaboração da Prof.ª Deise/Ciências - Postado em 12/9/13



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Limites

Na luta por colocar limites em seus filhos, pais podem notar que algumas táticas estão longe de causar o efeito necessário. Na verdade, algumas atitudes chegam a acarretar o resultado contrário. Antes de culpar as crianças, os pais devem prestar atenção se estão dando bronca direito – e “direito” não significa com cara de bravo ou com ameaças assustadoras. Muito pelo contrário. 

Leia também:

Ações como gritar excessivamente e bater são vetadas por psiquiatras, psicólogos e psicopedagogos. De acordo com Içami Tiba, autor de “Disciplina: Limite na Medida Certa” (Integrare Editora), as crianças aprendem com o que os pais fazem. Se eles batem na criança, “o filho aprende a linguagem da violência”. A psicopedagoga Larissa Fonseca afirma que tanto gritar quanto bater demonstram falta de controle pessoal dos pais, o que é bastante danoso para a criança. “Gritar é mostrar que a criança te afetou – e ela adora isso”, afirma Larissa.

Leila Tardivo, professora do Instituto de Psicologia da USP, explica que as crianças, como todas as pessoas, precisam de atenção. “Se os pais só olham para a criança quando ela faz algo de errado, ela continuará fazendo isso”, fala. Na opinião de Dora Lorch , psicóloga e autora do livro “Superdicas para educar bem seu filho” (Editora Saraiva), educar é passar por certos desconfortos. Ou seja, dar bronca é chato e prometer um chocolate para a criança parar de chorar parece bem mais fácil. Só que os pais precisam estar preparados para se posicionar quando as desobediências acontecem.
Mas como se posicionar corretamente? Consultamos especialistas que resumiram 9 frases que não devem ser ditas para a criança.
1. “Não te amo mais” 
“A criança é muito mais frágil que o adulto. Tudo que se fala ganha uma dimensão maior”, comenta Dora Lorch. Portanto, ouvir uma frase destas da boca dos pais pode causar estragos. Larissa Fonseca explica que esta falta de aceitação pode ser muito forte. “A criança não consegue entender a complexidade do mundo, e alguns adultos não têm consciência disso”, diz Larissa.
2. “Você é feio” 
Xingamentos e palavras feias podem afetar a formação da autoimagem, explica Leila Tardivo. Repetidos excessivamente, também podem ser considerados violentos. Larissa Fonseca aponta que existe uma diferença sutil, mas essencial entre “você é feio” e “o que você acabou de fazer foi muito feio”, que desloca o adjetivo negativo para a ação e não para a criança.
3. “Vou te matar” 
“O que traz a educação é a firmeza, e não a agressividade”, diz Içami Tiba. Ameaças do tipo servem apenas para criar medo nas crianças, o que, segundo o psiquiatra, não leva a lugar algum. “O medo não educa, só traumatiza”, diz Içami. A longo prazo, a intimidação tampouco é efetiva e esvazia o discurso dos pais, já que eles obviamente não vão cumprir o que prometeram. “Primeiro, as crianças sentem um desamor muito grande. Depois, quando descobrem que as ameaças não funcionam, não levam mais os pais a sério”, afirma Dora Lorch.
4. “Nunca mais te trago aqui” 
Como a noção temporal das crianças é diferente, as punições precisam ser imediatas.
 
Este tipo de ameaça também não faz efeito por ser mentirosa. “As crianças sentem que estão sendo enganadas. E isso não faz bem para elas”, diz Larissa. Dora Lorch aponta que ameaças do tipo, assim como “você nunca mais vai ver televisão” ou “nunca mais vou falar com você”, passam uma ideia ambígua para criança, o que prejudica a sua formação moral.
5. “Você puxou o seu pai” ou “Você é igualzinho a sua mãe” 
Quando os pais estão separados e há algum conflito entre ambos, não é nada saudável usar este tipo de frase. Segundo Leila Tardivo, as crianças entendem que elas são parecidas com a parte rejeitada – e se sentem dessa forma.
 

6. “Se ficar bonzinho, dou um chocolate para você” 
Comportar-se bem, arrumar o quarto, guardar os brinquedos ou fazer a lição de casa são responsabilidades dos filhos, por isso eles não precisam ganhar nada em troca quando fazem isso. Quando os pais fazem estes acordos de maneira repetida, os filhos podem achar que não se tratam de deveres. “A criança precisa aprender a fazer as coisas por responsabilidade, e não porque vai ganhar algo”, diz Larissa.
7. “Para com isso, todo mundo está olhando!” 
Esta frase é mais fruto do embaraço dos pais que um tipo de bronca para os filhos. Segundo Içami Tiba, ela também passa a mensagem da “campanha da boa imagem”, quando a criança só tem que parecer educada para os outros. “O que os pais estão falando é um problema deles. As crianças não ligam para o que os outros estão vendo”, explica.
8. “Fica quieto!” 
No geral, as crianças tendem a atender ordens mais específicas. Quando escutam frases como esta, elas se confundem. “Ela não sabe se é para parar de falar, de pular ou de fazer o que está fazendo”, diz Dora Lorch. Os pais devem apontar exatamente o que eles gostariam que a criança fizesse.
9. “Limpe já seu quarto, senão você vai ficar de castigo” 
“Quando um adulto coloca um ‘senão’ do lado de suas ordens, isso quer dizer que ele não acredita muito nelas”, diz Dora Lorch. Isso demonstra que os próprios pais já estão negociando, o que faz com que as crianças não respeitem as ordens dadas. Os “senões” só podem aparecer quando a criança questionar muito. “Firmeza é dizer que não pode, e não poder mesmo”, resume Içami.

Como é difícil a arte de educar! Nos limites da sala de aula com certeza já fizemos uso dessas frases e também já escutamos essas frases em algum momento de nossa vida. Será que é tão imprudente algumas atitude que nossos pais , avós praticaram em nossa infância e adolescência ? Sabemos que os tempos são outro; mas postura e limite caminham sempre juntos em qualquer lugar!  Contribua conosco faça seu comentário professores !

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

PROJETO ESCOLA AMIGA DO TRÂNSITO ESTA A TODO VAPOR!



PROJETO "EU ME AMO"

Alunos, professores, coordenação e mediação na abertura do projeto "Eu Me Amo"
A presença da PCOP Viviane e do PCOP Aparecido enalteceram o nosso projeto.









ATPC DE 20/8/13 A 27/8/13

UMA LEITURA PEDAGÓGICA DA INDISCIPLINA ESCOLAR
 Agora vamos debater três grandes hipóteses explicativas da questão disciplinar, tentando demonstrar que se trata de versões diagnósticas que não se sustentam por completo, por três razões, pelo menos:
* a primeira é que elas estão apoiadas em algumas evidências equivocadas e em alguns pseudo-conceitos (como a visão romanceada da educação de antigamente, a moralização deficitária por parte dos pais, além da idéia do conhecimento escolar como algo ultrapassado e desestimulante);
* a segunda razão é que, de uma forma ou de outra, elas acabam isolando a indisciplina como um problema individual e anterior do aluno, quando, ao contrário, a ato indisciplinado revela algo sobre as relações institucionais-escolares nos dias atuais;
* a terceira razão deve-se ao fato de que as três hipóteses esquivam-se de levar em consideração a sala de aula, a relação professor-aluno e as questões estritamente pedagógicas. Elas esboçam razões para a indisciplina, mas não apontam caminhos concretos para sua superação ou administração.
Essas três hipóteses explicativas cometem um engano, já de largada, que é o de tomar a disciplina como um pré-requisito para a ação pedagógica, quando, na verdade, a disciplina escolar é um dos produtos ou efeitos do trabalho cotidiano de sala de aula. E todos sabemos disso de alguma maneira, por mais que evitemos o peso dessa constatação...
É sempre bom lembrar que um mesmo aluno indisciplinado com um professor nem sempre é indisciplinado com os outros. Sua indisciplina, portanto, parece ser algo que desponta ou se acentua dependendo das circunstâncias. Por isso, talvez devêssemos nos indagar mais sobre essas circunstâncias, e, por extensão, despersonalizar o nosso enfrentamento dos dilemas disciplinares.
Quase sempre se imagina que é necessário os alunos apresentarem previamente um conjunto de ações disciplinadas (como: ser "obediente", permanecer "em silêncio" etc.) para, então, o professor poder iniciar seu trabalho. E esse é um equívoco sério, porque, em nome dele, perde-se um tempo precioso tentando-se disciplinar os hábitos discentes.
Qual uma possível saída, então? Qual outra visão alternativa que não se paute em nenhuma das três comentadas até agora, ou, mais ainda, que evite a tentação de incorrer em um pot-pourri de todas elas? Gostaríamos de propor uma outra hipótese diagnóstica, agora de cunho explicitamente escolar, para que pudéssemos olhar com outros olhos a indisciplina "nossa de cada dia", um dos "ossos de nosso ofício"...
Tomando a indisciplina como uma temática fundamentalmente pedagógica, talvez possamos compreendê-la inicialmente como um sinal, um indício de que a intervenção docente não está se processando a contento, que seus resultados não se aproximam do esperado.
Desse ponto de vista, a indisciplina passa, então, a ser algo salutar e legítimo para o professor. Indisciplina é um evento escolar que estaria sinalizando, a quem interessar, que algo, do ponto de vista pedagógico, e mais especificamente da sala de aula, não está se desdobrando de acordo com as expectativas dos envolvidos. O que fazer, então? Como interpretar claramente o que a indisciplina está indicando de forma indireta? Vamos por partes.
Em geral, o trabalho docente é compreendido como a associação de duas, digamos, grandes "dimensões". Uma que é a dos conteúdos específicos e outra que é a dos métodos utilizados. Ou seja, no ideário pedagógico, a fórmula da intervenção docente resume-se a uma equação como esta: "ensina-se algo de alguma forma".
Gostaríamos, a partir de agora, de adicionar a essa combinação pedagógica clássica um terceiro dado, que chamaremos de dimensão "ética" do trabalho docente. Assim, nossa fórmula pedagógica passaria a contar com mais um elemento: "ensina-se algo, de alguma forma, a alguém específico". Longe de psicologizar o ato educativo, o que se quer dizer com isso? A dimensão dos conteúdos refere-se a "o quê se ensina", a dimensão dos métodos ao "como se ensina", e a dimensão ética ao "para que se ensina": aquilo que delimita o valor humano e social da ação escolar, porque sempre inserido em uma relação concreta.
Essa é uma distinção importante porque os grandes problemas que enfrentamos hoje evocam, na maioria das vezes, este "para quê escola?". Acreditamos, portanto, que grande parte dos nossos dilemas de todo dia exija um encaminhamento de natureza essencialmente éticos, e não metodológica, curricular ou burocrática.
Curiosamente, essa idéia parece apontar na mesma direção para a qual o aluno indisciplinado está incessantemente nos chamando a atenção. É essa a pergunta que ele está fazendo o tempo todo: para quê escola? Qual a relevância e o sentido do estudo, do conhecimento? No quê isso me transforma? E qual é meu ganho, de fato, com isso?
Temos conseguido responder essas perguntas quando direcionadas a nós mesmos? Qual a relevância e o sentido da escola, do ensinar e do aprender para nós, professores? Escola realmente faz diferença na vida das pessoas? Se ela marca uma diferença sem precedentes, por que ela geralmente é conotada como um lugar entediante, supérfluo, aquém da "realidade", inclusive para nós mesmos? Por que nos esforçamos em imaginar, tal como nossos alunos, que a "vida mesmo" está para além dos muros escolares? E por que é que o mundo deixou (e parece deixar cada vez mais) de parecer com um grande livro aberto?
Todas essas indagações são inadiáveis hoje em dia porque se o professores, na qualidade de profissionais privilegiados da educação, tiverem clareza quanto a seu papel e ao valor do seu trabalho, eles conseguirão ter um outro tipo de leitura sobre o cotidiano da sala de aula, sobre os problemas que se apresentam e as estratégias possíveis para o seu enfrentamento.
Por incrível que possa parecer à primeira vista, grande parte de nossos contratempos profissionais pode ser resolvida com algumas idéias simples e eficazes, mesmo porque muitas das armadilhas que o cotidiano nos arma parecem ter nossa anuência, quando não nossa autoria. Portanto, rever posicionamentos endurecidos, questionar crenças arraigadas, confrontar posicionamentos imutáveis, debater-se contra fatalidades: eis algo que, antes de ser uma obrigação, significa uma oportunidade ímpar de vivência dessa profissão, de certo modo, extraordinária.
Para que isso possa ser otimizado, algumas premissas pedagógicas precisam ser preservadas (e fomentadas, é claro) no trabalho de todo dia, de sala de aula. E essas premissas ultrapassam o plano dos conteúdos e dos métodos, ou melhor, elas os abarcam.
Nada de muito complexo, ao contrário. Tendo-as em mente, todo o resto (disciplina, aproveitamento, interesse, credibilidade, sucesso escolar) virá a contento... Vale a pena apostar!
 ALGUMAS PREMISSAS PEDÁGOGICAS FUNDAMENTAIS
Há, a nosso ver, alguns princípios éticos balizadores de nosso trabalho, e estes implicam, inicialmente, quatro elementos básicos, a saber:
* o conhecimento, que é o objeto exclusivo da ação do professor. O âmbito de atuação do professor é o essencialmente pedagógico. Portanto, ater-se ao seu campo de conhecimento e suas regras particulares de funcionamento, nunca à moralização dos hábitos, é uma medida fundamental;
* a relação professor-aluno, que é o núcleo do trabalho pedagógico, uma vez que o aluno é nosso parceiro, co-responsável pelo sucesso escolar, portanto. Mas é fundamental que seja preservada a distinção entre os papéis de aluno e de professor. Não se pode esquecer nunca que é dever do professor ensinar, assim como é direito do aluno aprender. Isso nem sempre é claro ainda para o aluno, principalmente aqueles do ensino fundamental, o que não significa que o mesmo deva acontecer conosco;
* a sala de aula, que é o contexto privilegiado para o trabalho, o microcosmo concreto onde a educação escolar acontece de fato. É lá também que os conflitos têm de ser administrados, gerenciados. É lá, e apenas lá, que se equacionam os obstáculos e que se atinge uma possível excelência profissional. Portanto, mandar aluno para fora de sala (e, no limite, para fora da escola) é um tipo de prática abominável, que precisa ser abolida urgentemente das práticas escolares brasileiras;
* o contrato pedagógico. Trata-se da proposta de que as regras de convivência, muitas vezes implícitas, que orientam o funcionamento da sala de aula - e daquele campo de conhecimento em particular - precisam ser explicitadas para todos os envolvidos, conhecidas e compartilhadas por aqueles inseridos no jogo escolar, mesmo se elas tiverem de ser relembradas (ou até mesmo transformadas) todos os dias. Portanto, a medida mais profícua é a seguinte: jamais iniciar um curso ou um ano letivo sem que as regras de funcionamento dessa "sala de aula/laboratório" sejam conhecidas, partilhadas e, se possível, negociadas por todos. É na medida em que todos se sentem co-responsáveis pelo "código" de regras comuns que se pode ter parceria, solidariedade, um projeto conjunto e contínuo - o que, no caso do trabalho pedagógico, é mais do que necessidade, é uma exigência.

AS CINCO REGRAS ÉTICAS DO TRABALHO DOCENTE
Gostaríamos de finalizar essa breve incursão no tema disciplinar com a proposição de cinco regras éticas, assim como as temos denominado, as quais falam por si mesmas. Se o professor levar em consideração essas possíveis balizas de convivência no seu trabalho cotidiano, os seus "problemas" disciplinares deixarão de ser prioritários, uma vez que elas instauram a intervenção do professor, e não as condutas da clientela, como norte da ação escolar. Também, em nosso ponto de vista, trata-se do único antídoto contra o fracasso escolar ou os tais "distúrbios de aprendizagem", e até mesmo contra a terrível falta de credibilidade profissional que nos assola e da qual padecemos tão severamente nesses últimos tempos. E quais são essas regras?
* a primeiríssima regra implica a compreensão do aluno-problema como um porta-voz das relações estabelecidas em sala de aula. O aluno-problema não é necessariamente portador de um "distúrbio" individual e de véspera, mesmo porque o mesmo aluno "deficitário" com certo professor pode ser bastante produtivo com outro. Temos que admitir, a todo custo, que o suposto obstáculo que ele apresenta revela um problema comum, sempre da relação. Vamos investigá-lo, interpretando-o como um sinal dos acontecimentos de sala de aula. Escuta: eis uma prática intransferível!
* a segunda regra ética refere-se à des-idealização do perfil de aluno. Ou seja, abandonemos a imagem do aluno ideal, de como ele deveria ser, quais hábitos deveria ter, e conjuguemos nosso material humano concreto, os recursos humanos disponíveis. O aluno, tal como ele é, é aquele que carece (apenas) de nós e de quem nós carecemos, em termos profissionais.
* a terceira regra implica a fidelidade ao contrato pedagógico. É obrigatório que não abramos mão, sob hipótese alguma, do escopo de nossa ação, do objeto de nosso trabalho, que é apenas um: o conhecimento. É imprescindível que tenhamos clareza de nossa tarefa em sala de aula para que o aluno possa ter clareza também da dele. A visibilidade do aluno quanto ao seu papel é diretamente proporcional à do professor quanto ao seu. A ação do aluno é, de certa forma, espelho da ação do professor. Portanto, se há fracasso, o fracasso é de todos; e o mesmo com relação ao sucesso escolar.
* a quarta regra é a experimentação de novas estratégias de trabalho. Precisamos tomar o nosso ofício como um campo privilegiado de aprendizagem, de investigação de novas possibilidades de atuação profissional. Sala de aula é laboratório pedagógico, sempre! Não é o aluno que não se encaixa no que nós oferecemos; somos nós que, de certa forma, não nos adequamos às suas possibilidades. Precisamos, então, reinventar os métodos, precisamos reinventar os conteúdos em certa medida, precisamos reinventar nossa relação com eles, para que se possa, enfim, preservar o escopo ético do trabalho pedagógico.
* a última regra ética, e com a qual encerramos nosso percurso, é a idéia de que dois são os valores básicos que devem presidir nossa ação em sala de aula: a competência e o prazer. Quando podemos (ou conseguimos) exercer esse ofício extraordinário que é a docência com competência e prazer - e, por extensão, com generosidade -, isso se traduz também na maneira com que o aluno exercita o seu lugar. O resto é sorte. E por falar nisso, boa sorte a todos!  ( Júlio Groppa )

Aproveitando esse tempo de estudo, pois o texto acima é material para prova de mérito e outras. Segundo o texto a indisciplina esta baseada em três hipóteses e a partir desse ponto, ela pode ser amenizada através de algumas etapas, você se aplica ou tentaria aplicar tais premissas ! Quais!  Como! Porquê
BomTrabalho!!!!!    Dani e Rita


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Rui Dória é destaque novamente na mídia

Mediadoras da E. E. Dr. Rui Rodrigues Dória apresentam os trabalhos realizados em nossa escola em reportagem da TV Vanguarda, filiada da Rede Globo.

Em reportagem veiculada no último dia 09, sexta-feira, nossas mediadoras, Isa e Daniela apresentaram os trabalhos realizados por elas em nossa escola em reportagem que foi ao ar no jornal da hora do almoço, Link Vanguarda.
Para ver a reportagem e conhecer mais desse trabalho clique aqui.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

CONSELHO DE CLASSE/SÉRIE – 2º BIMESTRE 2013

DIA12/08/2013 – 2ª FEIRA
TARDE

6º ano A  -    12:40 h -  13:40 h
6º ano B  -    13:40 h -  14:40 h
6º ano C -     14:40 h -  15:40 h
          CAFÉ  -  15:40 – 16:00
6º ano D -     16:00 h -  17:00 h
8º ano D -     17:00 h -  18:00 h

NOITE
1ª série E -  19:00 h – 19:45 h
1ª série D -  19:45 h - 20:30 h
1ª série C -  20:30 h - 21:15 h
CAFÉ  -  21:15 – 21:25
2ª série A - 21:25 h - 22:10 h
2ª série B - 22:10 h - 22:55 h

DIA 13/08/2013 – 3ª FEIRA
MANHÃ
1º ano A  -   7 h -   8 h
1º ano B  -   8 h -   9 h
8º ano A  -   9 h - 10 h
CAFÉ  -  10:00 – 10:20
8º ano B  - 10:20 h – 11:20 h
8º ano C  - 11:20 h – 12:20 h

DIA 15/08/2013 – 5ª FEIRA
MANHÃ
9º ano E -   7 h -   8 h
9º ano D  -   8 h -   9 h
9º ano C  -   9 h - 10 h
CAFÉ  -  10:00 – 10:20
9º ano B  - 10:20 h – 11:20 h
9º ano A  - 11:20 h – 12:20

DIA 16/08/2013 – 6ª FEIRA
TARDE
7º ano E  -    12:40 h -  13:40 h
7º ano D  -    13:40 h -  14:40 h
7º ano C -     14:40 h -  15:40 h
          CAFÉ  -  15:40 – 16:00
7º ano B -     16:00 h -  17:00 h
7º ano A -     17:00 h -  18:00 h

NOITE
2ª série C -  19:00 h – 19:45 h
2ª série D -  19:45 h - 20:30 h
3ª série A -  20:30 h - 21:15 h
CAFÉ  -  21:15 – 21:25
3ª série B - 21:25 h - 22:10 h
3ª série C - 22:10 h - 22:55 h


CONSELHO DE CLASSE/SÉRIE – 2º BIMESTRE 2013

PERÍDO/DATA
12/8 – 2ª. feira
13/8 – 3ª. feira
15/8 – 5ª. feira
16/8 – 6ª. feira
MANHÃ
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
TARDE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
NOITE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE

CONSELHO DE CLASSE/SÉRIE – 2º BIMESTRE 2013

PERÍDO/DATA
12/8 – 2ª. feira
13/8 – 3ª. feira
15/8 – 5ª. feira
16/8 – 6ª. feira
MANHÃ
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
TARDE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
NOITE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE



CONSELHO DE CLASSE/SÉRIE – 2º BIMESTRE 2013

PERÍDO/DATA
12/8 – 2ª. feira
13/8 – 3ª. feira
15/8 – 5ª. feira
16/8 – 6ª. feira
MANHÃ
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
TARDE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
NOITE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE


CONSELHO DE CLASSE/SÉRIE – 2º BIMESTRE 2013

PERÍDO/DATA
12/8 – 2ª. feira
13/8 – 3ª. feira
15/8 – 5ª. feira
16/8 – 6ª. feira
MANHÃ
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
TARDE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE
NOITE
CONSELHO DE CLASSE
AULA NORMAL
AULA NORMAL
CONSELHO DE CLASSE