HORÁRIO DE ATENDIMENTO DA EQUIPE GESTORA:


MANHÃ: 07:30 ÀS 08:30


NOITE: 19:00 ÀS 22:30


DE SEGUNDA À SEXTA FEIRA




NOSSA MISSÃO:
DESENVOLVER AS HABILIDADES E AS COMPETÊNCIAS INDISPENSÁVEIS PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS SOCIAIS, CULTURAIS, AMBIENTAIS E PROFISSIONAIS DO MUNDO CONTEMPORÂNEO.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

SOBRE OS PERIGOS DO EXCESSO DE PESO DA MOCHILA

Pense bem no peso e na forma como você anda levando a sua mochila. Ela deve ser carregada sempre nas costas, utilizando as duas alças para evitar que o peso se acumule em um único lado do corpo. Os modelos que possuem rodinhas podem ser uma alternativa, mas o puxador deve ser do tamanho adequado à sua altura.

O excesso de peso que se carrega na mochila durante o ano letivo faz mal à coluna, afetando a postura. Os problemas podem ser notados no curto ou no longo prazo. Se você não quer ter um dos problemas abaixo, causados pelo uso incorreto e pela carga levada nas costas, preste atenção: o peso da mochila não deve exceder 10% do peso do corpo.

Confira quais os problemas que podem ser causados à sua coluna:

- Escoliose. A coluna entorta para um dos lados e deixa um ombro mais alto que o outro. Isso pode acontecer se você carrega a carga em apenas um dos ombros. Os sintomas são dores nas costas, braços e pernas.
- Hiperlordose. O bumbum fica empinado porque há um aumento da curva que fica próximo à base da coluna. O sinal do problema costuma ser principalmente dores nas pernas.
- Hipercifose. Aumento da curvatura no meio da costas, deixando ombros e pescoço inclinados para a frente e formando uma corcundinha. Os sintomas são dores nas costas, braços e mãos.
- Pinçamento do nervo. A coluna tem uma espécie de amortecedor entre uma vértebra e outra. A má postura ou movimentos bruscos pode fazer com ele saia do lugar e comprima a medula. Resultado: dor aguda na hora de fazer um determinado movimento. - Hérnia de disco. Quando aquele amortecedor (ou disco) sai do lugar, pode dar origem a uma hérnia na coluna, limitando os movimentos.

Fonte: Centro de Ortopedia do Hospital Oswaldo Cruz
Veja mais dicas no Portal Terra: http://noticias.terra.com.br/educacao/conheca-os-problemas-que-uma-mochila-pesada-pode-causar,e508ef80d96ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

INÍCIO DAS AULAS

AOS ALUNOS DA E.E. DR. RUI RODRIGUES DÓRIA, AVISAMOS QUE O INÍCIO DAS AULAS SERÁ NO DIA 01 DE FEVEREIRO.

GRANDE É A NOSSA EXPECTATIVA PARA O NOSSO RETORNO E DAR SEQUÊNCIA A MAIS UM ANO LETIVO.

O BLOG PASSARÁ POR UMA REFORMULAÇÃO QUE NÃO FUGIRÁ DE SUA PRINCIPAL CARACTERÍSTICA, QUE É A COMUNICAÇÃO DA ESCOLA COM PAIS E ALUNOS.

BOAS FÉRIAS A TODOS!!!

sexta-feira, 25 de março de 2011

DE PAIS PARA FILHOS - ENTRE NESSA!!!

Veja a seguir, 15 Coisas Simples que qualquer Pai ou responsável pode fazer para ajudar seus filhos a aprenderem mais.

  1. Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;

  2. Leia com eles;

  3. Conte-lhes histórias da família;

  4. Limite seu tempo de ver televisão ou no computador;

  5. Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;

  6. Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;

  7. Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia, ao invés de pegar tudo pronto;

  8. Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;

  9. Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;

  10. Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;

  11. Discuta as novidades do dia ou o que achar que é mais interessante com eles;

  12. Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia, etc.;

  13. Ache um lugar sossegado para eles estudarem;

  14. Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;

  15. Mantenha sempre contato com seus professores.

Fonte:
http://www.tutomania.com.br/artigo/15-dicas-de-como-os-pais-podem-ajudar-seus-filhos-a-aprenderem

terça-feira, 22 de março de 2011

BULLYING - BRINCADEIRA QUE NÃO TEM GRAÇA

Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até há bem pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de bullying, pode acarretar sérias conseqüências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na auto-estima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias.

Por Diogo Dreyer


Quem nunca foi zoado ou zoou alguém na escola? Risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos como “bola”, “rolha de poço”, “quatro-olhos”. Todo mundo já testemunhou uma dessas “brincadeirinhas” ou foi vítima delas. Mas esse comportamento, considerado normal por muitos pais, alunos e até professores, está longe de ser inocente. Ele é tão comum entre crianças e adolescentes que recebe até um nome especial: bullying. Trata-se de um termo em inglês utilizado para designar a prática de atos agressivos entre estudantes. Traduzido ao pé da letra, seria algo como intimidação. Trocando em miúdos: quem sofre com o bullying é aquele aluno perseguido, humilhado, intimidado.
E isso não deve ser encarado como brincadeira de criança. Especialistas revelam que esse fenômeno, que acontece no mundo todo, pode provocar nas vítimas desde diminuição na auto-estima até o suicídio. “bullying diz respeito a atitudes agressivas, intencionais e repetidas praticadas por um ou mais alunos contra outro. Portanto, não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais. Os estudantes que são alvos de bullying sofrem esse tipo de agressão sistematicamente”, explica o médico Aramis Lopes Neto, coordenador do primeiro estudo feito no Brasil a respeito desse assunto — “Diga não ao bullying: Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes”, realizado pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). Segundo Aramis, “para os alvos de bullying, as conseqüências podem ser depressão, angústia, baixa auto-estima, estresse, absentismo ou evasão escolar, atitudes de autoflagelação e suicídio, enquanto os autores dessa prática podem adotar comportamentos de risco, atitudes delinqüentes ou criminosas e acabar tornando-se adultos violentos”.
A pesquisa da Abrapia, que foi realizada com alunos de escolas de Ensino Fundamental do Rio de Janeiro, apresenta dados como o número de crianças e adolescentes que já foram vítimas de alguma modalidade de bullying, que inclui, além das condutas descritas anteriormente, discriminação, difamação e isolamento. O objetivo do estudo é ensinar e debater com professores, pais e alunos formas de evitar que essas situações aconteçam. “A pesquisa que realizamos revela que 40,5% dos 5.870 alunos entrevistados estão diretamente envolvidos nesse tipo de violência, como autores ou vítimas dele”, explica Aramis.
A denominação dessa prática como bullying, talvez até por ser um termo estrangeiro, ainda causa certa polêmica entre estudiosos do assunto. Para a socióloga e vice-coordenadora do Observatório de Violências nas Escolas — Brasil, Miriam Abramovay, a prática do bullying não é o que existe no país. “O que temos aqui é a violência escolar. Se nós substituirmos a questão da violência na escola apenas pela palavra bullying, que trata apenas de intimidação, estaremos importando um termo e esvaziando uma discussão de dois anos sobre a violência nas escolas”, opina a coordenadora.
Mas, tenha o nome que tiver, não é difícil encontrar exemplos de casos em que esse tipo de violência tenha acarretado conseqüências graves no Brasil.
Em janeiro de 2003, Edimar Aparecido Freitas, de 18 anos, invadiu a escola onde havia estudado, no município de Taiúva, em São Paulo, com um revólver na mão. Ele feriu gravemente cinco alunos e, em seguida, matou-se. Obeso na infância e adolescência, ele era motivo de piada entre os colegas.
Na Bahia, em fevereiro de 2004, um adolescente de 17 anos, armado com um revólver, matou um colega e a secretária da escola de informática onde estudou. O adolescente foi preso. O delegado que investigou o caso disse que o menino sofria algumas brincadeiras que ocasionavam certo rebaixamento de sua personalidade.
Vale lembrar que os episódios que terminam em homicídio ou suicídio são raros e que não são poucas as vítimas do bullying que, por medo ou vergonha, sofrem em silêncio.
Além de haver alguns casos com desfechos trágicos, como os citados, esse tipo de prática também está preocupando por atingir faixas etárias cada vez mais baixas, como crianças dos primeiros anos da escolarização. Dados recentes mostram sua disseminação por todas as classes sociais e apontam uma tendência para o aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade dos alunos. “Diversos trabalhos internacionais têm demonstrado que a prática de bullying pode ocorrer a partir dos 3 anos de idade, quando a intencionalidade desses atos já pode ser observada”, afirma o coordenador da Abrapia.


Leia esse artigo completo e muito mais notícias sobre bullying no site http://www.educacional.com.br

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

LEI DE DESACATO

Art. 331 - Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela:
Pena - Detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa.

NORMAS DE CONVIVÊNCIA

NORMAS DE CONVIVÊNCIA

·        Respeitar os professores, funcionários e colegas;
·        Não falar palavrões;
·        Cumprir com responsabilidade tarefas, trabalhos e avaliações respeitando os prazos;
·       Não sair da sala sem a permissão dos professores e na troca de aula;
·        Obrigatório trazer o material escolar;
·        Usar o uniforme (proibido camisa de time);
·       Proibido trazer aparelhos eletrônicos (celular e todos os tipos de tocadores de mp3) conforme DECRETO Nº 52.625, DE 15 DE JANEIRO DE 2008;
·        Proibido corretivo e mascar chicletes;
·        Ter postura adequada no ambiente escolar;
·        Valorizar a Unidade Escolar (manter os ambientes limpos);
·        Respeitar o horário de entrada;
·        Justificar as faltas no prazo de 24 horas, através de atestado ou bilhete do responsável;
·        Trabalhar no coletivo para atingir as metas da escola.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

11 MANDAMENTOS DO PAI NOTA 10

PAI TAMBÉM TEM QUE PARTICIPAR


1 – Atualize-se e estude com seu filho. Ajude-o no dever de casa

2 – Pergunte sempre: O que você aprendeu na escola hoje?

3 –Dê o exemplo. Mostre como é legal ler e estudar.

4 – Leia para eles. Esse simples ato o incentiva a ler.

5 – Descubra se ele tem alguma dificuldade de aprendizado ou de relacionamento.

6 – Vá em todas as  reuniões de pais e mestres. Participe e dê sua opinião.

7 – Informe-se sobre os problemas da escola: há professores que faltam demais?

8 – Faça elogios sinceros e reconheça o potencial dele.

9 – Jamais permita que ele abandone os estudos ou falte às aulas sem precisar.

10 – Acompanhe o boletim escolar dele e comemore os avanços!

11 – Converse com os professores e dirigentes escolares. Cobre uma educação de qualidade.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

HINO DA ESCOLA

                                                                              
HINO
E.E. DR. RUI RODRIGUES DÓRIA

Marly Mazza de Freitas

LOCALIZADA AO NORTE DA CIDADE
PRIORIZANDO A PAZ E A UNIÃO
SE DESTACANDO ENTRE TODAS , NA VERDADE
SEMPRE VISANDO EDUCAR O CIDADÃO


REFRÃO
RUI DÓRIA, A NOSSA ESCOLA
COM SEU ENCANTO, SUA GARRA E TRADIÇÃO
TRAZ EM SEU NOME UM PASSADO QUE É DE GLÓRIA
E NO PRESENTE O MELHOR DA EDUCAÇÃO


EM SEU PATRONO
RESPEITO E HONESTIDADE
UM GRANDE EXEMPLO PRA TODA GERAÇÃO
FORMANDO JOVENS IMBUÍDOS DE CORAGEM
OTIMIZANDO O FUTURO DA NAÇÃO


REFRÃO...


EM SUA BANDEIRA O AZUL DA LIDERANÇA
TRADUZ A FORÇA, A FONTE DO SABER
SEMPRE EM BUSCA DE CONQUISTAS E ALIANÇAS
E NO FUTURO A CERTEZA DE VENCER